Para conhecer nosso próximo destino rumo a biblioteca, é preciso acompanhar o desenvolvimento da estrutura eclesiástica que se formal em torno do papel dado ao conhecimento e a religião.
Desde o início das civilizações até a idade média, a posse de terras, sempre esteve relacionado com força e poder. A capacidade de conquistar territórios e construir impérios, juntar ouro e riquezas foi o que construiu a classe aristocrática. Em sociedade politeístas ( onde havia a adoração de vários deuses), os lideres e reis eram vistos como entidades divinas que representavam ou que em si eram tidos como deuses. Essa relação de autoridade divina, tornou esses líderes como figuras que batizada por uma espécie de força superior predestinada , estava acima de todos os homens e por isso não só respeitadas, como adoradas. Nascia da religião, uma fonte de domínios e todos quereriam ser abençoado pelos deuses. Foi assim no Egito. Foi assim com Alexandre Magno, O grande.
A investigação desses deuses vinham do mito, do conhecimento e da experiência. E quem podia ter acesso ao desconhecido, teria o poder sobre quem tem poder e teria tudo. Assim se formou e cresceu o clérigo. Que ao contrário do que aconteceu com Magno, que via na cultura como uma grande porta de entrada para conquistar outros povos, essa classe social se organizou para obter o monopólio da crença.
Até ter se transformado em religião oficial do império de Roma por Teodonísio no ano 379 (sec IV), a crença religiosa de uma única divindade pela formação da igreja católica apostólica romana, teve um longo caminho a percorrer. Inicialmente no ano 1( que é denominado assim para marcar a data de nascimento de Jesus, o Cristo), a comunidade de seguidores de Jesus, sofreu perseguição pela lei judaica, o que os forçou a separar a crença do judaísmo e fugindo de Jerusalém, se
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