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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

A biblioteca do Vaticano - O lugar para desvendar todos os mistérios da humanidade







Para conhecer nosso próximo destino rumo a biblioteca, é preciso acompanhar o desenvolvimento  da estrutura eclesiástica que se formal em torno do papel dado ao conhecimento e a religião.

Desde o início das civilizações até a idade média, a posse de terras, sempre esteve relacionado com força e poder. A capacidade de conquistar territórios e construir impérios, juntar ouro e riquezas foi o que construiu a classe aristocrática. Em sociedade politeístas ( onde havia a adoração de vários deuses), os lideres e reis eram vistos como entidades divinas que representavam ou que em si eram tidos como deuses. Essa relação de autoridade divina, tornou esses líderes como figuras que batizada por uma espécie de força superior predestinada , estava acima de todos os homens e por isso não só respeitadas, como adoradas. Nascia da religião, uma fonte de domínios e todos quereriam ser abençoado pelos deuses. Foi assim  no Egito. Foi assim com Alexandre Magno, O grande.

A investigação desses deuses vinham do mito, do conhecimento e da experiência. E quem podia ter acesso ao desconhecido, teria o poder sobre quem tem poder e teria tudo. Assim se formou e cresceu o clérigo. Que ao contrário do que aconteceu com Magno, que via na cultura como uma grande porta de entrada para conquistar outros povos, essa classe social se organizou para  obter o monopólio da crença.

Até ter se transformado em religião oficial do império de Roma por Teodonísio no ano 379 (sec IV), a crença religiosa de uma única divindade pela formação da igreja católica apostólica romana, teve um longo caminho a percorrer. Inicialmente no ano 1( que é denominado assim para marcar a data de     nascimento de Jesus, o Cristo), a comunidade de seguidores de Jesus, sofreu perseguição pela lei judaica, o que os forçou a separar a crença do judaísmo e fugindo de Jerusalém, se 

Teluriano

estabeleceram primeiro em Antioquia na Síria, no oriente. Lá ,na Síria surgiu um dos primeiros autores cristãos a produzir uma obra literária. É atribuído a Telúriano a organização da teologia da igreja antiga. Filho de um centurião do comando romano que morava na província romana da Fenísia (cidade do Libano), o conjunto de obra que sobreviveu ao tempo foram os escritos apologéticos, escritos polémicos e escritos preliminares. Ele viveu no século 2, no meio de grandes incursões contra, a na época seita cristã, partindo de imperadores, portanto por motivos socio-político nos seguintes períodos:











quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A terra do excluídos


A maioria dos países que foram colônias e utilizava o trabalho escravo para aumentar os lucros da produção com a exportação, são aqueles que hoje conhecidos como subdesenvolvidos.

É o caso do Brasil, que foi colônia de exploração. Mas quais as influências diretas que isso tem no assunto sobre imigração? No Brasil também houve imigrantes europeus, além dos portugueses. Primeiro porque nessa época os ingleses já pressionavam pela abolição da escravatura e em segundo lugar a realeza de Portugal fugiu para o Brasil após a invasão francesa, para se refugiar no Rio de Janeiro, lugar escolhido para ser a nova sede do país.  Só que o rei olho pela janela e viu muitos negros. E como o objetivo de “embranquecer” o país, começou a incentivar a imigração para substituir a mão de obra escrava, desta vez como trabalho remunerado. Uma vez que a escravidão foi abolida a chegada de cerca de 5 milhões de novos habitantes, o contingente populacional se intensificou principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo. As viagens eram pagas pelos proprietários de terra onde trabalhariam e pelo governo. Um contrato era assinado antes de conhecer onde iriam trabalhar.



O problema é que toda a publicidade feita na Europa era propaganda enganosa oferecendo vantagens ilusórias. O contrato só beneficiava o patrão e isso deu origem a conflitos e a fuga das fazendas antes do término do acordo. Os que podiam, voltavam ao país de origem ou para outros países da América. Dos 5 milhões de imigrantes,dois milhões retornaram para a terra de origem. Mas e o que não podiam voltar? Instalavam-se aos redores, juntamente com os ex-escravos. 




E assim o Brasil se tornou metade livre e metade terra dos excluídos. Daí nascem vários clichês que até hoje persistem como: “com quem você pensa que está falando?” ou ”porque esse neguinho ganha mais do que eu?” "eu que deveria estar no lugar dele,afinal eu sou branco" frase clássica dirigida aos ‘inferiores excluídos’. Além de alguns direitos básicos que são tratados como privilégio. Morar aonde  muitas vezes o saneamento básico não chega, os serviços são de péssima qualidade e a moradia improvisada.




Ao olhar os morros e favelas cheias de negros e nordestinos sem oportunidade, porque alguém disse que eles não tinham que ter oportunidade de trabalhar e eles não têm que ter o privilégio de receber salário, assim como eram os escravos. Mas as pessoas têm que viver, por isso dá o seu jeito de fazer as coisas acontecerem. Seja legalmente ou ilegalmente,através do tráfego de drogas principalmente e de armas são uma instituição organizada. Ou seja, a capacidade de trabalho é toda voltada para o crime, alimentando ainda mais o preconceito contra os excluídos. ‘O crime não é coisa de gente branca, é coisa de negro vagabundo’.


Quando se trata de um país para outro, são poucos os países que incentivam a chegada de estrangeiros para moradia permanente. A maioria que incentiva isso é porque o povo local está envelhecendo e precisa renovar e manter uma população economicamente ativa. Mas não podemos esquecer que o transporte ilegal de pessoas também existe, como forma de contrabandear drogas e para a prostituição ilegal , que são um negócio paralelo com lucros altos. E esse é, dentre outros motivos que faz com que a entrada no país não seja facilitada.



Para finalizar por hoje, um pouco de humor porque esse vídeo é muito engraçado!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Do campo para cidade












Quando as migrações acontecem entre áreas rurais e urbanas, outras questões vêm à tona. Uma delas é o por quê que as regiões rurais não conseguem segurar o seu contingente populacional. A agricultura pratica duas formas de produção: Aquela de subsistência, onde pequenos agricultores produzem para si e para o comércio local. E os grandes latifundiários, voltados para a exportação.

A agricultura de subsistência, hoje vista como características de regiões pobres e atrasadas, já foi mais eficiente em formar em torno de si centros urbanos e comércio a exemplo do que aconteceu com a região norte nos EUA. Diferentemente da região sul, onde grandes extensões de terra na mão de um só dono priorizavam a produção para o mercado externo. A centralização de recursos excessiva é reforçada pelo sistema escravista e é incapaz de manter o progresso (repetindo o progresso e não a concentração de renda) em torno de si ao tornar o comércio local inócuo. Tanto é que as revoltas que se sucederam até a independência americana, começaram a partir de Boston com o objetivo de manter a autonomia em face dos novos impostos. E as colônias do sul, com sua grande concentração de renda, se uniram a eles,para que o conjunto de 13 colônias se tornassem um país independente. E assim os Estados Unidos foi um país que deu certo, principalmente porque a autonomia do norte superou os vícios administrativos do sul.

O que teria acontecido com os EUA se esses vícios tivessem prevalecido?        

 A maioria dos países que foram colonizados mantendo suas economias como agriculturas comerciais e latifundiárias são OS MESMOS que se tornaram subdesenvolvidos. Essa não é uma realidade de quatro ou cinco séculos atrás. Até o início do século XX, no México, as principais atividades econômicas eram a agricultura e a mineração voltadas para exportação. Apenas 1% da população detinha 70% das terras cultiváveis. Conseqüentemente esse processo gerou um grande contingente de mão-de-obra cada vez mais barata e cada vez mais escravizada. As tentativas de reforma agrária, sem muito sucesso e o início do processo de industrialização (também voltado para o mercado externo) fez aumentar o número de pessoas nas áreas urbanas, mas sem qualificação, o que fomenta problemas como desemprego, subempregos, violência e precária qualidade de vida.


Fugir da pobreza e da condição de miséria a qual é submetido, essa é mais uma razão pela qual as pessoas decidem migrar. Mas será que estão realmente preparadas para isso? Ou acabam indo de encontro a um problema maior?

sábado, 24 de janeiro de 2015

Onde tem conflito, tem emigração






Recentemente presenciamos na Alemanha manifestações contra e a favor do contingente de imigrantes que vivem no país. Alguns que saem da Síria ou de lugares onde os conflitos são intensos sejam por questões políticas, perseguições religiosas, guerras ou questões raciais.


O fato é que quando se falam de refugiados, a decisão é sempre uma questão de evitar uma situação que está fora do controle. Não há planos de onde morar ou trabalhar, previsão de retorno ou condição financeira, que não seja para escapar da violência. Como em qualquer tipo de migração, os destinos são normalmente os países e continentes mais próximos, onde moram em acampamentos ou lugares improvisados até que se estabeleçam de forma definitiva. Ou recebam assistência do governo local ou da ONU.

Na África por exemplo, onde há conflitos históricos, houve mais de meio milhão de imigrantes
espalhados pelo próprio continente. Os vietnamitas foram para as Filipinas e Hong Kong. No Afeganistão, a migração aconteceram em direção ao Paquistão. O que influenciou essa mudança foi à condição adversa do país em questão, que pode ser temporária ou prolongada por questões políticas religiosas ou a guerra.

Qualquer nação já passou por períodos turbulentos, inclusive aqueles que estão estabelecidos política e/ou economicamente. O que torna o processo de migração tão natural quanto recorrente, ao longo do tempo.

Nos EUA, conflitos gerados por perseguição religiosa, também motivaram milhares de ingleses à atravessar o oceano,em busca de melhores condições de vida. A diferença é que sem restrições de entrada,ou cidades estruturadas, foram, na época, à colônia inglesa construir e povoar um território onde o progresso não existia. Pequenas e médias propriedades agrícolas, nas mãos daqueles de menores condições como os ingleses Quakers, que desenvolveram e implementaram o comércio e a construção naval para o escoamento da produção, impulsionando as relações mercantis e a produção de manufatura,criando inclusive a capacidade de se manter independente do Reino a que pertencia.


A imigração levou o progresso consigo à colônia, se formando a base para se tornar, mas tarde uma das maiores potências do mundo.

sábado, 10 de janeiro de 2015

As migrações






Ao encurtar distâncias, o desenvolvimento, os meios de transportes, os meios de comunicação facilitam e contribuem para os grandes números de migrações e as divergências políticas a respeito.  Mas existem alguns motivos importantes que devem ser levados em consideração nessa discussão. 

Embora existam muitas causas ao longo dos séculos, hoje o principal motivo, atribuído ao sistema capitalista, é a econômica, pela busca de emprego e novas oportunidades de vida. Ela costuma acontecer de forma definitiva, quando se fixam permanentemente ou temporárias, que atende a alguma demanda de um período, seja para intercâmbio, estudo ou trabalho.O que é diferente de ser turista. As migrações também acontecem internamente, de regiões menos desenvolvidas para regiões mais desenvolvidas ou externamente, de um país para o outro.

"Não pedi pra nascer na América,
vocês vão ter que aturar"
As grandes migrações começaram com o descobrimento das Américas. Entre os séculos XVI e XVII cerca de 3 milhões de europeus migraram para fins de povoamento da colônia e 7,5 milhões de africanos através de trabalhos forçados. A revolução industrial também tornou comuns as migrações de trabalhadores dos países pobres, para os países ricos e de áreas rurais para áreas urbanas. No século XX até 1940, 47 milhões de pessoas tinham abandonado a Europa em direção a América. 

Mas depois da Segunda guerra e com um novo mapa político, conflitos, violência e perseguições foram fatores que aumentaram o número de refugiados no Oriente médio, na África, no sul, sudeste e leste da Ásia onde os deslocamentos aconteciam em um mesmo continente. Cerca de 100 milhões de imigrante se deslocaram entre 1945 e 1970.


Uma vez que uma região é visto como um símbolo de progresso, se torna um destino fácil para quem busca melhores condições de trabalho. Nem sempre na história foi um processo voluntário ou rejeitado politicamente, mas essas questões trazem consigo alguns problemas. E é a partir desse ponto que começamos a série sobre migrações.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Salvador , Além do que se vê







Era o ano de 1500. O Brasil foi descoberto e dividido em capitanias hereditárias. Colônias. Mas com isso vieram também as invasões. A holandesa em Pernambuco, a espanhola, piratas. Era preciso marcar território, garantir que uma terra tão grande, não fosse dominada sem que houvesse resistência.



E foi assim que Salvador começou, em 1549, como cidade - sede de Portugal (os colonizadores) , nessa terra tão distante , com o objetivo de criar um governo geral no Brasil , para prover segurança e gerência administrativa.

Afinal, quem

 desistiria desse       

paraíso?

O fato de ter sido a sede de Portugal , a primeira capital do Brasil , até que fosse transferido para o Rio de Janeiro , foi a cidade mais importante durante pelo menos três séculos. E o que isso significa?   Que  Salvador tem muita história pra contar!

Portanto, se o carnaval já é um destino certo, ou se já está na hora de rever essa cidade com outros olhos, prepare o seu tênis e a sua bagagem para aprender a viajar por essa terra de forma que realmente faça sentido. A próxima vez que pisar nessa cidade , nunca mais a verá com os mesmos olhos.

Prepare - se!


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ditadura chilena






História: Ditadura no Chile








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Uma das conseqüências da guerra fria, que dividiu o mundo nos blocos socialista e capitalista, foi o aparecimento de várias ditaduras modernas, principalmente na América latina. O mais cruel dos regimes aconteceu no Chile.





Em meio a um crescimento econômico, produto da exploração de minérios, várias empresas americanas se instalaram no país com o intuito de usufruir dos lucros. Essa medida foi sendo barrada pelo presidente chileno Salvador Allende na década de 1970, partidário da causa comunista. A fim de promover reformas sociais, tomou algumas medidas que desfavoreceram o parque industrial e acabou sendo visto com resistência pelo setor mais conservador.  Os baixos preços do minério desencadearam uma crise, já que era a base do sustento do Chile.  Não demorou muito para um golpe militar acontecer comandado por Augusto Pinochet em setembro de 1973. Ele iniciou um dos mais violentos governos com perseguições, prisões e assassinatos políticos dos opositores ao seu governo. Aconteceram em tornos de 60 mil mortes e 200 mil pessoas fugiram do país. O regime só começou a perder a força e apoio externo na década de 80. E o fim foi após um plebiscito popular em 1988.

Houve denúncias e prisão de militares envolvidos. Apesar do processo de redemocratização, Pinochet continuou como chefe militar até 1998. Foi preso por crimes políticos quando viajava em missão oficial para Inglaterra por um juiz espanhol, mas teve sua liberdade em 15 meses alegando problemas de saúde.  






quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ditaduras na América Latina





  História contemporânea da américa latina













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Uma das conseqüências da guerra fria, que dividiu o mundo nos blocos socialista e capitalista, foi o aparecimento de várias ditaduras modernas, principalmente na América latina, para conter o socialismo. Os principais países que adotaram essa forma de governo na América do sul foram:


  • Argentina;
  • Brasil;
  •  Bolívia;
  •  Chile;
  •  Cuba;
  • Equador;  
  • Paraguai;
  •  Peru;
  • Uruguai.



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